
TEATRO
“Romeu e Julieta, cordel de Ariano Suassuna”, um espetáculo em forma de cordel que conta a estória de amor de William Shakespeare na visão de Ariano Suassuna misturando o erudito com o popular.
No primeiro ato, um monólogo, o ator Aramis Trindade dá vida e emoção ao poema de 98 sextilhas acompanhado por flautas (Zé da Flauta) e uma viola de 12 cordas (Tuca Araújo). No segundo ato, Aramis "incorpora" Ariano Suassuna III, em uma mini aula espetáculo, introduzindo ao público informações sobre a origem da estória de Romeu e Julieta, as diferenças entre a versão de Shakespeare e a de Suassuna, a literatura de cordel, o movimento Armorial, a heráldica, cultura popular e causos do mestre com dinamismo e humor.
Acontece em ambientação Armorial, com direção e texto de Aramis Trindade, cenografia e identidade visual de Manuel Dantas Suassuna, direção musical e música original de Zé da Flauta, figurino de Luciana Buarque, iluminação de Beto Trindade, Direção de Produção de Alessandra Alves.
Este cruzamento de linguagens é uma interação da adaptação, da interpretação do cordel, da imitação genuína compartilhando conhecimento, tristezas e alegrias.
Peça teatral traz vivências de negros brasileiros, no inédito espetáculo Fala, Crioulo! com relatos reais de negros brasileiros de variadas condições sociais,. Inspirado no livro homônimo de Haroldo Costa, Fala, Crioulo! foi adaptada para o teatro por Ivan Jaf. Com uma narrativa moderna, a peça traz histórias de personagens vivos, cheias de nuances, com forte conteúdo dramático. São vivências de situações conflitantes, com desfechos surpreendentes e reais.
Dirigida por Amir Haddad e encenada pelos atores Romeu Evaristo, Iris Nascimento, Lincoln Oliveira, Nivia Helen, Deo Garcez (Dandara Mariana e Guilherme Ferraz – stand in), a peça apresenta depoimentos de brasileiros de ascendência africana de diferentes situações sociais. São relatos de cidadãos afrodescentes que procuram se expressar no mais puro e espontâneo estado de espírito. Histórias de vida carregadas de indignação e revolta, mas também do mais profundo amor e respeito ao próximo. São brasileiros que precisam falar e se fazer ouvir.
Para o diretor Amir Haddad, Fala, Crioulo! é um espetáculo simples, direto, transformador e uma reflexão coletiva que tem a preocupação de dar vez a uma enorme parte da população brasileira que vem sendo mantida calada ao longo dos últimos séculos. "Dar voz ao cidadão negro brasileiro é descortinar uma enorme possibilidade de aprofundar o conhecimento a respeito da vida pública e privada da nossa sociedade", ressalta Haddad.
O projeto Fala, Crioulo! é resultado de uma parceria entre o Ministério da Cultura, a cidade de Niterói, a Fundação Cultural Palmares, a FEMPTEC, Romeu Evaristo e Marina de ideias Produções e tem como objetivo maior estimular a reflexão sobre a realidade vivida pelos negros no Brasil.
Uma conferência sobre a Arte de Bater palmas é interrompida pela aproximação de um perigo iminente. Diante disso, um grupo de aplausologistas decide reviver os princípios do célebre “Tratado universal sobre a arte de bater palmas em situações alegres ou tristes” escrito por sua mestra, a Senhora Clap, e recrutam o público para mergulhar nesse incrível estudo.
O espetáculo é baseado no livro homónimo integrado no Plano Nacional de Leitura e aclamado pela crítica lusitana como um dos melhores editados em 2015, em Portugal. Com um elenco afinado, a peça conta ainda com primorosa condução musical em piano ao vivo de composições de Bach, Chopin, Beethoven, Mozart, Villa-Lobos e Ernesto Nazareth.
Ficha Técnica
Concepção: As Penélopes
Direção: Cadu Cinelli
Dramaturgia e letras: Francisco Abreu
Elenco: Bruno Trindade, Clara Serejo, Débora Rodrigues (standing), Elenise Bandeira de Mello, Liv Izar e Vinicius Domingues
Produção executiva: Elenise Bandeira de Mello
Direção de produção: Marina de ideias Produções | Alessandra Alves
Produção RJ: Clama! Produções Artísticas | Marja Cardoso | Cenário: Cadu Cinelli
Programação visual: Cristiana Queiroga
Desenho de luz: Rodrigo Menezes
Adereços e bordados: Cláudia Mendes
Figurinos: Liv Izar |
Assessoria de imprensa: Luciana Leall
Duração: 50 minutos
No musical infantil Aventuras Cantadas, Manaká Passarinheiro, Liv e Chico são brincantes intergalácticos que exploram o universo em busca de encontrar vida feliz em outros planetas…
Dirigido por Luis Igreja (indicado ao Emmy Awards 2017 pelo programa Tem Criança na Cozinha – Canal Gloob), a dupla Manaka Passarinheiro é composta por Liv Izar e Chico Abreu. Com recursos do teatro, contação de histórias e da brincadeira, o espetáculo-show traz 13 canções originais arranjadas pelo consagrado Maestro Julinho Teixeira (Premiado produtor musical de diversos nomes da MPB, incluindo Roberto Carlos, Fafá de Belém, Nana Caymmi, Sandy&Junior, Roberta Miranda, entre outros).
No palco, Liv e Chico são brincantes intergalácticos que exploram o universo em busca de encontrar vida feliz em outros planetas. Aos poucos, a dupla vai descobrindo que o segredo da felicidade está no estado da infância. Destinado, sobretudo, à crianças de 0 a 10 anos e seus familiares, o Manaká é um projeto multiplataforma (CD, DVD, Programa de TV, Show, Internet, Derivados). Aborda temas do universo concreto da criança, de forma lúdica, poética e bem humorada, sempre estimulando o afeto, o brincar e as relações intergeracionais.
Ficha Técnica
Direção: Luiz Igreja
Texto: Chico Abreu
Arranjos: Julinho Teixeira
Assistente de direção: Janaína Menescal
Iluminação: Luiz Igreja
Figurino: Denise Bernardes. Cenografia: Ruiza Queiroz
Produção: Livia Mariza Izar, Francisco Abreu, Xa Realliz Produções
Produção executiva: Marcela Siqueira
Direção de produção: Alessandra Alves
Programação visual: Bárbara Coimbra
Realização: Xa Realliz Produções